A sabedoria popular diz que a ‘mulher perfeita’, após a foda, se transforma numa pizza. Desse modo, livramo-nos da obrigação da carona e ainda por cima ganhamos um acepipe para matar aquela ‘lariquinha pós-coito’.
Mas essa figura mítica, esse híbrido de Angelina Jolie com Margheritta, obviamente não existe. E a rapadura, que nem é tão doce assim, mostra-se extremamente dura para nós, os homens que dão carona.
Ah, mas é difícil…
Tudo começa na hora da conversa-mole. Falamos um monte de mentira, prometemos mundos e fundos, e no pacote obviamente entra a carona. Tudo porque nossa ‘presa’ veio de carona com alguma amiga baranga-motorista, e o canhão obviamente não arrumou quem lhe rebocasse.
Então prometemos a carona. E é aí que nasce a grande roubada da noite. É nesse exato momento que assumimos o compromisso do qual nos arrependeremos amargamente poucas horas depois.
Algumas garotas têm a triste capacidade de morar extremamente longe. Parece que quanto pior a transa, mais longe ela mora, justamente para comprovar aquela história de que desgraça pouca é bobagem. A foda não foi boa? Pois prepare-se para fazer uma odisséia até a Ponte Rasa.
E são vários os ‘destinos tradicionais’ das mocinhas que moram na residência do Sr. Chapéu. Além da mencionada (e longínqua) Ponte Rasa, há também regiões charmosas e próximos como: Carapicuíba, Osasco, Granja Viana, Mandaqui, Itapecerica da Serra, Alphaville, Campo Limpo…
Por essas e outras, é recomendável levar o passaporte para a balada. E também um dinheirinho para o pedágio. Só para garantir. Nunca se sabe o quanto vai ser preciso viajar na tal ‘carona da volta’.
Outra coisa que irrita muito é quando a garota mente sobre o bairro. Tudo bem, nós somos mentirosos e soltamos também uma porção de lorotas. Mas tudo tem limite. Dizer que quer algo sério para dar uma azeitada é uma coisa, mas falar que mora num bairro perto pra não ser chamada de silvícola é uma pisada forte no tomate.
Certa vez, uma garota disse que morava ‘perto do Morumbi’, citando a Giovanni Gronchi como referência. Achei razoável. Mas, claro, era mentira. O Morumbi era a metade do caminho. Lá, como ocorre nas longas viagens, seria o lugar para tomar um lanche, pois a jornada continuaria até as entranhas de Itapecerica da Serra.
É triste passar por isso, né?
Tudo começa na balada, aquela empolgação. Ela disse que vai perder a carona, e aí a gente fala que leva numa boa. Nessa hora, dá uma pontadinha na clavícula, mas tudo bem, tudo bem, vai valer a pena.
Então vem o trololó e a obrigação da carona. E assim vamos… Anda, anda, anda… Você olha pra garota, ela faz cara de sonsa, como se fosse normal morar fora dos limites do continente… E anda, anda, anda.. Ah, mas como anda.. Anda mais um pouco…
E ela diz “tá quase”, mas é claro que é mentira. Não tá nem perto, é a metade do caminho. O asfalto dá vez à terra, as casas dão vez às árvores e assim por diante. Até que ela diz “chegamos”.
Parece que o pior já foi, mas é agora, exatamente agora, que começa o maior problema: lembrar o caminho da volta. Porque não basta morar longe, ainda por cima mora no meio de uma porção de quebradas.
Camaradinhas, a experiência é única. Bom, não tão ‘única’ assim, porque todos passamos por esse tipo de enrosco várias vezes na vida, né? Mas, enfim, é uma tremenda dor-de-cabeça.
E a ciência, que tanto avança e muito nos surpreende, fica nos devendo a mulher-pizza.
Mas essa figura mítica, esse híbrido de Angelina Jolie com Margheritta, obviamente não existe. E a rapadura, que nem é tão doce assim, mostra-se extremamente dura para nós, os homens que dão carona.
Ah, mas é difícil…
Tudo começa na hora da conversa-mole. Falamos um monte de mentira, prometemos mundos e fundos, e no pacote obviamente entra a carona. Tudo porque nossa ‘presa’ veio de carona com alguma amiga baranga-motorista, e o canhão obviamente não arrumou quem lhe rebocasse.
Então prometemos a carona. E é aí que nasce a grande roubada da noite. É nesse exato momento que assumimos o compromisso do qual nos arrependeremos amargamente poucas horas depois.
Algumas garotas têm a triste capacidade de morar extremamente longe. Parece que quanto pior a transa, mais longe ela mora, justamente para comprovar aquela história de que desgraça pouca é bobagem. A foda não foi boa? Pois prepare-se para fazer uma odisséia até a Ponte Rasa.
E são vários os ‘destinos tradicionais’ das mocinhas que moram na residência do Sr. Chapéu. Além da mencionada (e longínqua) Ponte Rasa, há também regiões charmosas e próximos como: Carapicuíba, Osasco, Granja Viana, Mandaqui, Itapecerica da Serra, Alphaville, Campo Limpo…
Por essas e outras, é recomendável levar o passaporte para a balada. E também um dinheirinho para o pedágio. Só para garantir. Nunca se sabe o quanto vai ser preciso viajar na tal ‘carona da volta’.
Outra coisa que irrita muito é quando a garota mente sobre o bairro. Tudo bem, nós somos mentirosos e soltamos também uma porção de lorotas. Mas tudo tem limite. Dizer que quer algo sério para dar uma azeitada é uma coisa, mas falar que mora num bairro perto pra não ser chamada de silvícola é uma pisada forte no tomate.
Certa vez, uma garota disse que morava ‘perto do Morumbi’, citando a Giovanni Gronchi como referência. Achei razoável. Mas, claro, era mentira. O Morumbi era a metade do caminho. Lá, como ocorre nas longas viagens, seria o lugar para tomar um lanche, pois a jornada continuaria até as entranhas de Itapecerica da Serra.
É triste passar por isso, né?
Tudo começa na balada, aquela empolgação. Ela disse que vai perder a carona, e aí a gente fala que leva numa boa. Nessa hora, dá uma pontadinha na clavícula, mas tudo bem, tudo bem, vai valer a pena.
Então vem o trololó e a obrigação da carona. E assim vamos… Anda, anda, anda… Você olha pra garota, ela faz cara de sonsa, como se fosse normal morar fora dos limites do continente… E anda, anda, anda.. Ah, mas como anda.. Anda mais um pouco…
E ela diz “tá quase”, mas é claro que é mentira. Não tá nem perto, é a metade do caminho. O asfalto dá vez à terra, as casas dão vez às árvores e assim por diante. Até que ela diz “chegamos”.
Parece que o pior já foi, mas é agora, exatamente agora, que começa o maior problema: lembrar o caminho da volta. Porque não basta morar longe, ainda por cima mora no meio de uma porção de quebradas.
Camaradinhas, a experiência é única. Bom, não tão ‘única’ assim, porque todos passamos por esse tipo de enrosco várias vezes na vida, né? Mas, enfim, é uma tremenda dor-de-cabeça.
E a ciência, que tanto avança e muito nos surpreende, fica nos devendo a mulher-pizza.
14 comentários:
Cara: Dizer que quer algo sério para dar uma azeitada é uma coisa, mas ....
e aí reclamar de ter que dirigir até longe? quem prometeu a carona que aguente!
as mulheres precisam se valorizar mesmo e não escolher manés que pensam como você!
nossa...que raivinha hein minha filha...relaxa...
Essa tal mal comida, coitada! hauhauhaha
Aposto que essa dai mora pra lah de Itapecirica....
Hahahahahahahahahaha
Cara, sou tua fã! =)
Encontrar na balada alguém que não seja do "ABC" já é bastante sorte!!!
Adorei!!!
São algumas perguntas básicas e primordiais:
- Tem ficante? (namorado, marido, pequete) Fica mais fácil;
- Disposição para o desenrolo? Pra não perder tempo;
- Mora aonde?? A autonomia do meu carro é de apenas 400km... Acima dos 50km tem de valer muuuito a pena!!
Hahahahahahaha... Hilaaaario, adorei!!
*Di
Cara eu moro em Itapecerica e tem umas quebradas aqui que é foda... meio do mato barro e até chupacabra... ta fora de cogitação até pra mim..
Isso aí tudo é vero amigo!
Aqui em poa também enfrentamos o problem das girls q moram fora da citi. Ninguém merece certos lugares aqui da área metropolitana: cidades dormitório assim como: Sapucaia, Esteio, Alvorada, Viamão, Cachoeirinha, Guaíba, Eldorado, Canoas e por aí... Sem falar no risco de ser assaltado nessas "bang-city"! E pior é que algumas ainda se acham, e não tem nem carro! É barra! jpcavalo@hotmail.com
Engraçadinho toda vida! Mas é quando somos nós que damos a carona? Dou carona no meu fusquinha 1968, acho que é o mínimo que o conjuge ocasional tem o dever de fazer. E cara, vcs tb mentem sobre o lócus habitacional. Puxa vida, como mentem...
Eu morrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrri de riiiiiiiiiiiiirrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!
Já de longa data os sábios do Velhas Virgens cantavam "toda puta mora longe":
Agora que você está saciado, a libido, tá
descansando...
Está pensando com mais clareza
Foi muito bom muito legal...
Você e ela, quantas loucuras
Fantasias satisfeitas
Melhor parar por aqui
Pague o táxi e siga seu caminho
E não esqueça do conselho do Magrão
Refrão
Quem dá ajuda é pai
Quem faz caridade é monge
Não se meta a levá-la pra casa
Toda puta mora longe
Toda puta mora longe
Sim, ela foi demais...
Chupou, dançou e fez strip
Gemeu, beijou e tudo mais
Ela até falou o nome de verdade
E revelou a sua idade
É bom transar despreocupado
Melhor parar por aqui
Pegue o táxi e siga seu caminho
E não esqueça do conselho do Magrão
Refrão 2x
Quem da ajuda é pai
Quem faz caridade é monge
Não se meta a levá-la pra casa
Toda puta mora longe
Toda puta mora longe
Toda puta mora longe
Toda puta mora longe
Guaianases, Carapicuíba, São Miguel Paulista,
Sapopemba, Vila Curusa, Capão Redondo...
quando mora muito longe, ou falo pra passar a noite comigo, ou arrumo grana pro taxi. :P rs
seu blog é muito bom! parabéns!
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